18.10.09

clichê

nem grande atrás dele, nem pescoço, nem sustentação, nem empregada, nem serva sexual, nem nada. neste fim de semana vi milhares de definições válidas para a colocação de uma mulher ao lado de (já sabemos) um homem. mas andei pensando, com os cachos que eu não tenho, que aquela coisa que reluz no fim do túnel de um homem talvez não seja [a ilusão de] um grande amor. pode até ser, mas acredito mais nalguma coisa que sirva como esperança. sim, é isso aí, esperança. e se uma mulher significar realmente uma esperança, ela é essa coisa. já tive várias experiências observatórias, mas nenhuma delas me fez cair tão na real quanto observar a mudança de alguém que tá por perto. nem farra, nem mulher[es], nem chão de giz, talvez nem um amor tão grande assim... mas a esperança que esse possível amor trouxe. a possibilidade de fazer planos e se ocupar disso. aliás, sei muito bem o que é isso. sei fazer planos (e me ocupar expressivamente disso) mesmo sem saber se realmente quero cumprí-los. ok, fica aí a dica de que pra viver só se precisa de esperança. às vezes nem é preciso perder tempo buscando outros clichês para definir a vida, porque tá tudo explicado nessa fé... nessa ESPERANÇA.

2 comentários:

maria fernanda; disse...

teu post acendeu a luz no fim do meu túnel.

a-do-rei.

Mila disse...

Adepta total a sua teoria. Acredito: basta esperança. É o que nos move. Senão, que outro sentido teria?
Adoro aqui. Besitos!

 

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